quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Nota do Diretório Municipal do PSOL Londrina sobre a greve geral no Estado do Paraná

Contra as medidas antipopulares do governo Beto Richa: solidariedade e apoio aos trabalhadores em greve!

Reeleito para um novo mandato com o apoio de 17 partidos (PSDB, PROS, DEM, PSB, PSD, PTB, PP, PPS, PSC, PR, Solidariedade, PSDC, PMN, PHS, PEN, PTdoB), o governador Beto Richa (PSDB) vem utilizando a maioria parlamentar de que dispõe na Alep (Assembleia Legislativa do Paraná) para impor aos trabalhadores e população paranaense em geral um verdadeiro “pacote de maldades”. O exemplo mais evidente do modo tucano de governar pode ser visto na forma como Richa vem tratando a educação pública, que sofre um desmonte sem precedentes na história do Paraná.

Logo após as eleições, o governo deixou de encaminhar o chamado Fundo Rotativo (valor destinado ao custeio de despesas de manutenção e compra de materiais) às escolas. O governo também está fechando turmas e turnos escolares, ocasionando a superlotação das salas (algumas com mais de 50 alunos!). Salas de reforço escolar e projetos como o CELEM  (Centro de Línguas Estrangeiras Modernas) também estão sendo fechados. O atraso e não pagamento das férias, promoções e progressões dos professores e funcionários é mais um exemplo do descaso com a educação e os trabalhadores.  A drástica diminuição do número de professores e funcionários, bem como a não contratação de novos profissionais (aprovados em concurso ou contratados em regime especial), agravam ainda mais a situação da educação pública paranaense, prejudicando de forma direta professores, funcionários e alunos. Além disso, 29 mil professores PSS (regime especial) continuam sem receber suas rescisões de contrato.

No início do mês de fevereiro, o governo apresentou um novo pacote de medidas por meio das mensagens legislativas 001/2015 e 002/2015, que autoriza a utilização do fundo previdenciário destinado a garantir a aposentadoria dos funcionários públicos como orçamento regular do estado (são 8 bilhões de reais que serão apropriados pelo governo, o que compromete seriamente as aposentadorias dos trabalhadores); instauração de plano complementar para a previdência (Prevcom); drástica redução do teto para aposentadorias; extinção dos quinquênios e diversos outros cortes no plano de carreira do funcionalismo. No caso da educação, tais medidas preveem a extinção do atual plano de carreira e a limitação do auxílio transporte e das licenças especiais. Com o encaminhamento das mensagens legislativas, outras categorias de trabalhadores do serviço público (universidades, saúde, agentes penitenciários, entre outros) se somaram à mobilização dos professores e funcionários da educação básica.

Por tudo isso, é bastante evidente que a austeridade pregada pelo governo paranaense é somente para a população e os trabalhadores, uma vez que os deputados e o próprio governador reajustaram seus salários em 30% no início do ano (Beto Richa recebe o maior salário entre todos os governadores do país), isso sem falar no aumento de quase 300% no valor gasto com o pagamento dos salários dos cargos comissionados do governo. No intuito de aprovar na Alep as medidas que precarizam e retiram direitos dos professores e demais trabalhadores do setor público, o governo e sua base aliada promovem verdadeiros “tratoraços”, com a aprovação de importantes projetos de lei em tempo recorde, sem estabelecer diálogo algum com a população e os trabalhadores.

O PSOL/Londrina declara solidariedade e apoio à justa e necessária greve dos trabalhadores do setor público do Paraná contra as medidas de Beto Richa e sua base aliada! Somente a mobilização e união dos trabalhadores em luta poderá barrar os desmandos do governo tucano! 

Lutar é preciso! Por mais direitos, por um futuro melhor!

Diretório municipal do PSOL/Londrina.
10 de fevereiro de 2015.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Melissa Campus na Folha de Londrina

31/01/2015 -- 00h00

SUS: travestis e transexuais poderão usar nome social

Resolução assinada pela Sesa determina mudança nos serviços públicos de saúde do Paraná

Lis Sayuri
Melissa Campos e seu Cartão SUS provisório: militante cobra que alteração seja implementada em outros serviços
Londrina - Travestis e transexuais de todo o Paraná poderão, agora, usar seus nomes sociais nos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS). Apesar de haver uma portaria de 2009 do Ministério da Saúde (MS) que já preconiza esse direito, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa), muitos serviços do Estado não respeitavam essa determinação. Diante disso, o secretário da Saúde, Michele Caputo Neto, assinou uma resolução nesta semana que garante o uso do nome. Sendo assim, torna-se obrigatória a adoção da nova medida no cadastro. O nome social é a forma como travestis e transexuais escolhem ser chamados publicamente. Não substitui, porém, o nome civil, que vai na identidade.

Segundo a representante do Coletivo ElityTrans em Londrina, Melissa Campos, a inserção do nome social nos vários cadastros é uma luta constante para os transexuais e travestis. "É nosso nome e como nos apresentamos à sociedade. Ter o uso do nome social reconhecido é dar um mínimo de respeito a quem está passando ou passou pela transformação física ou de gênero. Felizmente, estamos tendo uma boa experiência e aceitação no município com relação aos serviços de saúde", comenta ela, acrescentando, contudo, que com relação a outros serviços como escolas e bancos, por exemplo, ainda há muito trabalho de conscientização a ser feito.

Usuária do SUS, Christiane Lemos, de 52 anos, diz que cada conquista deve ser comemorada, principalmente quando se trata de direitos básicos. "Tenho a imagem física de uma senhora e é muito constrangedor ser chamada pelo nome civil no meio de pessoas desconhecidas. Todos olham com preconceito e estranhamento. Cheguei a mudar minha carteirinha do SUS, mas, em vez de nome social, veio escrito ‘apelido’. A intenção foi boa, mas ainda assim falta sensibilidade", argumenta. Ela lamenta que outros documentos pessoais não levem o nome social, como a carteira de motorista: "Muitas pessoas ficam em choque e isso traz uma sensação ruim. Sermos respeitados é questão de dignidade".

Para a advogada e pesquisadora Gabriela Rondon, do Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), as medidas de implantação do nome social ainda são localizadas e pouco integradas no Brasil. "Mesmo as poucas iniciativas de utilização do nome sofreram dificuldade de implantação. Desde a portaria do MS, os funcionários não sabem ao certo como fazer, preencher o cadastro. Enfim, não é uma questão apenas de portaria, normas ou resoluções, mas também de capacitação técnica e, sobretudo, compreensão da importância dessa medida", comenta ela, lembrando de outras iniciativas como a do Ministério da Educação que, pela primeira vez, permitiu o uso do nome social nas provas do Enem 2014.
Marian Trigueiros
Reportagem Local fonte: 
http://www.folhaweb.com.br/?id_folha=2-1--3400-20150131

sábado, 31 de janeiro de 2015

Convocatória Núcleo de Mulheres e Gênero do PSOL Londrina

Olá companheirxs! Nesta terça feira, dia 03 de fevereiro teremos nossa primeira reunião do ano as 19 horas na sede.


Sugestão de pauta: dia da mulher, planejamento, transversalidade do feminismo no PSOL Londrina;
 


Saudações feministas!

sábado, 24 de janeiro de 2015

Cadê a Duplicação da PR 445, Senhor Governador?



  A população que mora na região sul de Londrina (Cafezais, Vivendas do Arvoredo, Conjunto das flores, Acapulco, Tarobá) merece respeito. A duplicação da PR 445 não foi concretizada, todas as obras estão paradas. A população tem se arriscado diariamente para atravessar a PR 445, seja para trabalhar nas empresas do entorno, seja para levar os filhos na escola. Não precisa ser profissional da área para notar as enormes rachaduras e infiltrações dos viadutos, várias obras paradas em vários trechos da rodovia demonstram o descaso da Gestão Beto Richa (PSDB) com toda a população londrinense, e não só com a população que mora perto.

  No projeto de duplicação da rodovia não há passarelas, reinvindicação antiga dos moradores, não há tampouco ciclofaixas ou ciclovias para os ciclistas que arriscam suas vidas todos os dias para trabalhar.
  Agora restam dúvidas, é culpa da Grande Empreiteira Sanches Tripoloni? Ou da Gestão Beto Richa? O Senhor Governador passeou de ‘’jardineira” no dia do aniversário de Londrina na PR 445, mas não passeou aqui na região sul de Londrina.
  Outro fato que merece destaque é que o secretário de fazenda Luiz Carlos Hauly na época (PSDB) garantiu que todas as verbas para a finalização do projeto estava planejada e garantida. Verdade ou mentira? As obras que deveriam ser entregues no ano de 2014 parece que não terá fim, já que já houveram várias prorrogações de prazo, a última prorrogação foi para julho de 2015, mas quem passa todos os dias por ali vê que tudo está parado!

A população continuará fazendo os atos e tem indicação de reunião com o DER.

Precisamos de respeito e finalização das obras Senhor Governador!

Núcleo de Cidades do PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE (PSOL LONDRINA)


domingo, 18 de janeiro de 2015

Tanto os Governos do PT e do PSDB fazem mal à saúde da população londrinense!


Londrina pede Socorro! Está em veiculação na mídia local o problema que a saúde pública vem apresentando nos últimos dias, principalmente com relação ao sistema terciário de saúde (hospitais públicos). O Ministério da Saúde do Governo Dilma (PT) no mês passado repassou com atraso os recursos para a saúde pública e quando chegou a parcela veio somente uma parte (70%) vindo somente o restante dias depois, ignorando que o município tem que fazer repasses para fornecedores e datas para que estes acertos aconteçam. Neste mês a mesma história se repete e o atraso no repasse novamente acontece, agravando o sistema terciário no município, que também é polo para outras regiões do Paraná e para outros estados brasileiros. Ou seja, a população londrinense está pagando a crise que o capitalismo brasileiro passa, pagando juros da dívida pública e cortes nas áreas críticas como saúde e assistência.
Para piorar o Estado do Paraná (PSDB) também se omite e esconde os problemas, nos jornais de grande veiculação relatou que o Hospital Zona Norte operava normalmente hoje, o que é uma inverdade. Ao invés do próprio governo fazer a gestão da contratação dos profissionais médicos via concurso público, viabilizando o vínculo destes médicos com a população, faz diferente, quarteiriza a saúde por meio do consórcio CISMEPAR, que contrata empresas jurídicas para a contratação de médicos. Se o próprio governo do Estado fizesse a contratação via concurso público certamente não estaríamos passando pela situação que estamos agora. Médicos do Hospital Zona Norte cruzaram os braços hoje e o hospital obviamente não abriu para a população porque desde novembro estes profissionais estão sem pagamento.
A falta de salários, Governo do Estado (Beto Richa) e Presidenta Dilma compromete o atendimento, os médicos trabalham desmotivados e certamente não conseguirão prestar atendimento com qualidade. Se faltam médicos, é porque há descaso com os mesmos por falta de condições de trabalho principalmente, e muitos vão procurar melhores locais de trabalho em breve.
Há relatos de profissionais de saúde que trabalham nos hospitais secundários de Londrina que já há desmarcações de consultas, cirurgias eletivas (para piorar as longas filas que já existem em Londrina, como a da fila da ortopedia, com mais de 20 mil pessoas aguardando), e além do mais há falta de produtos médicos hospitalares, como fio de sutura para realização de cirurgias, comprovado através de denúncias via fórum popular de saúde de Londrina e Região.
A população londrinense precisa de comprometimento dos Governos! Pela contratação dos médicos dos hospitais públicos de Londrina via concurso público!

Núcleo de Saúde do Partido Socialismo e Liberdade de Londrina e Região (PSOL)


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Núcleo de Cidades do PSOL Londrina convida:

O Núcleo de Cidades do Psol Londrina, vai debater o Plano Diretor, dia 2 de dezembro, às 19.00 hs na sede do Psol, Rua Piauí, 103 - sala 3 -


Venha debater a cidade conosco!

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

Novo Diretório eleito do Partido Socialismo e Liberdade em Londrina

No último dia 22, realizamos o IV Congresso Municipal do PSoL Londrina, a tese "Psol de Muitas Lutas" foi eleita apresentando a proposta de um diretório com paridade de gênero, bem como a participação coletiva de todXs, formando equipes de tarefas. Os núcleos de formação política, de cidades, de mulheres e gênero também foram contemplados na chapa. As tarefas para os próximos 2 anos são o de viabilizar boletins eletrônicos da militância, aprofundar áreas de atuação com a juventude, aumentar outros debates como drogas, trabalho e cidade. Parabéns a todxs!


Equipe de Finanças: Walter Helmuth na Secretaria, Débora Anhaia na Equipe.
Equipe de Comunicação: Hugo Kitanishi na Secretaria, Lucas Perucci na Equipe.
Equipe de Formação Política: Gustavo Casasanta na Secretaria, Thiago Vinícius e Paulo Henrique na Equipe.
Secretaria Geral: Jackeline Aristides.
Presidência: Patrícia Santos.


segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Reunião do Núcleo de Mulheres e Gênero- Novembro 2014 convida:

Olá companheirXs, amanhã, dia 25 de novembro as 19 horas teremos nossa reunião do núcleo.

Pauta sugerida: avaliação da atividade de formação política, secretaria de mulheres, levantamento dos casos de violência obstétrica no município.


Saudações Feministas

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Considerações sobre IPTU Progressivo em Londrina

"Segundo informa o JL de 18 de novembro, 30% dos beneficiários com redução do valor do imposto são proprietários de terrenos não edificados'", forma elegante de classificar os donos de terrenos que estão a serviço da especulação imobiliária. São mais de 17,4 mil lotes que não cumprem função alguma, a não ser a própria especulação imobiliária e, como se já não bastasse essa inutilidade e injustiça, muitas vezes servem também como criadouros de mosquitos da dengue, bem como depósitos improvisados de lixões a céu aberto.

O Prefeito suprimiu, por absoluta falta de coragem para enfrentar os donos da cidade, o projeto que estabeleceria o IPTU progressivo, indo assim na contramão de grandes cidades que implantaram tal modalidade, como é o caso da cidade de São Paulo. Lá, a partir de agora, os que não têm nenhum compromisso com a cidade, a não ser especular, terão um ano para dar um destino útil a seus bens não utilizados para moradia; caso não o façam, começarão a pagar um porcentual crescente de IPTU, dos atuais 2% até o teto de 15%. Depois de 5 anos, o imóvel pode ser desapropriado mediante pagamento de dívida pública.

Tudo isso não têm nada de revolucionário, pois apenas põe em prática o que dita o Estatuto das Cidades, Lei sancionada (bom que se diga) por FHC.

Nestas horas, e não na campanha eleitoral, é que sabemos de que lado Kireeff está. Para nós do PSOL não há duvida, o atual Prefeito escolheu o lado dos donos da cidade, isto é, o lado dos Imobiliaristas, dos Especuladores, das Construtoras e dos Donos de terrenos sem edificações. Mas então, como fica a situação dos Assalariados, dos Trabalhadores, dos Locatários, dos Despossuídos, enfim, de todos aqueles que são Marginalizados por incontáveis e repetidas medidas políticas excludentes? Até quando essa situação?


Diretório Municipal do Partido Socialismo e Liberdade"- Núcleo de Cidades